África do Sul, Destinos, Johanesburgo

Diário de viagem: Lions Park – Johanesburgo

04 out 2012

Cuidado! Post muito fofo! Pois é gente… tinha esquecido completamente de fazer o post sobre o Lions Park de Johanesburgo. Acho que é por que eu não simpatizei muito com a cidade e por isso, acabei esquecendo de fazer o post sobre esse programa que eu amei fazer. O Lions Park fica a mais ou menos 25 minutos de distância (de carro) da Nelson Mandela Square e é super rápido e tranquilo de chegar se você estiver de carro. É um passeio para todas as idades e vale muito a pena a visita.

Nós fomos cedo, pois sabíamos que quanto mais tarde, mais cheio estaria o parque e isso seria um problema na hora de ficar com os filhotes. Chegamos lá as 10h em ponto e fomos direto para a parte dos baby lions. Eles estavam super dormindo e não deram a menor bola pra gente, e mesmo assim foi incrível. Cada grupo pode ficar aproximadamente 5 minutos lá dentro, como o parque estava vazio, passamos uns 20 minutos tranquilamente. Tiramos milhares de fotos, acordamos alguns, fizemos muito carinho neles e depois, tiramos outras milhares de fotos, pois é impossivel não registrar esse momento!

Essa é sem dúvidas a maior atração do parque. Assim que saimos da jaula deles, fomos alimentar as girafas. Compramos um pacote de comida/ração (que deu para nós 6 alimentarmos várias vezes várias girafas diferentes) e corremos para o patamar que nos deixa na altura da cabeça das girafas. Lá fomos nós… um de cada vez, alimentando, ficando com nojo, morrendo de rir e tirando milhares de fotos na hora de dar comida na boca da girafa.

Depois de fazer a parte mais legal que é ficar com os leões e alimentar as girafas, resolvemos passear um pouquinho pelo parque. Vimos alguns animais mais “exóticos” como a pantera, um leopardo baby e uma hiena (igual as do Rei Leão). Andamos mais um pouco, compramos algumas fotos (sim, é meio igual a Disney e tem um fotógrafo tirando fotos e vendendo em uma barraquinha no meio do parque) e resolvemos ir experimentar o tal safari que eles oferecem. Você tem duas opções: fazer no onibus deles ou fazer no seu carro (se estiver de carro).

Fomos na nossa minivan e fizemos o tal safari. A realidade é: pra quem tinha acabado de voltar do Kapama, fazer esse safari e nada foi praticamente a mesma coisa. Bem rapidinho, com alguns “leões pingados” e quase nenhuma emoção. Foi isso que senti nesse safari. Valeu a pena por vermos um leão albino, lindo e branquinho e para vermos bem de pertinho o leopardo, que no Kapama vimos super rapido no primeiro dia. Foram as melhores fotos e os animais mais lindos que vi nesse safari. Então minha recomendação é: se você já tiver feito um safari de verdade e puder não pagar por esse, não pague porque realmente não vale a pena. Agora, se você vai passar algumas horas em JoBurg e resolveu fazer esse passeio, então divirta-se vendo leões e gazelas de perto.

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África do Sul, Destinos, Kruger Park, Look do Dia, O que levar e vestir

Look do dia: Safari!

30 jul 2012

Vocês pediram e eu atendi! Olha ai um look de safari. Como algumas de vocês me pediram para mostrar os looks que eu usei para fazer os safaris, resolvi mostrar esse porque atende a quem está indo no inverno (como eu) e quem vai no verão também. Por cima dessa roupa eu coloquei um super casacão preto impermeável e corta vento que é fundamental para quem não quer congelar. Usei também um cachecol preto para vedar qualquer possível entrada de vento. No inverno é realmente muito frio.

A camisa xadrez verde é meu xodó. É da Tommy. O colete é da Marisa e quem correr talvez consiga comprá-lo nessa super liquidação que está rolando na loja. A legging eu não faço a menor ideia de onde é, mas nem faz tanta diferença né?! Qualquer legging preta vale. Foi um presente para a viagem e foi super bem aproveitado. A bota é a boa e velha Hunter que eu amo. O óculos é Jimmy Choo e a camisetinha branca de baixo é Espaço Fashion. Quem quiser saber um pouco mais sobre os safaris e a forma de se vestir neles pode ver nesse post aqui. E ai, look aprovado?

África do Sul, Cidade do Cabo, Destinos, Dicas, planejamento e outros, O que levar e vestir

Cidade do Cabo | África do Sul

25 jul 2012

Não sei o que vem a cabeça de vocês quando falo de Cidade do Cabo, mas na minha cabeça a única coisa que vinha (antes das minhas super pesquisas se iniciarem) era o tal Cabo da Boa Esperança que eu tanto tinha ouvido falar nas aulas de história do colégio. Nunca foi um sonho conhecer esse tal Cabo, mas quando surgiu a oportunidade não pude deixar escapar e não é que fui surpreendida? A Cidade do Cabo oferece muito mais do que apenas o Cabo da Boa Esperança e valeu super a pena conhecer um pouquinho mais dos outros prazeres que essa cidadezinha oferece.

O que fazer:

  • Passeio para a península/Cape Point passando por Camps Bay, Chapmans Peak Drive e Boulders Beach.
  • Vinícolas – atenção por que a maioria das vinícolas não oferece o passeio para conhecer a parte da produção. Informe-se se a vinícola que você vai visitar tem o “cellar tour” que é esse passeio pela parte da produção dos vinhos e pelo interior da vinícola. Visitei em Stellenbosch a Asara para o wine tasting. Além de linda tem vinhos deliciosos. Para o cellar tour fomos na KWV, a maior vinícola da África do Sul. Os vinhos não eram os melhores e o passeio também não era lá grandes coisas, mas… ela ainda é a maior da região. A maioria das vinícolas oferecem o “Tasting tour” que nada mais é do que degustar os vinhos vendidos por eles. Para isso você deve pagar uma valor que fica em torno de R50 e escolher os vinhos que quer provar.
  • Table Mountain – Eu pessoalmente adorei esse passeio! Não sei se pela sorte que eu dei ou pelo passeio em si, mas adorei! Tirei fotos lindas que valeram todo o esforço que fizemos para conseguir conhecer o topo da Table Mountain. A dica é: quando o tempo abrir corra para conhecer. Corra não é modo de dizer! O tempona Cidade do Cabo é super instável e quando venta muito ou chove demais o bondinho não sobe. Vale a pena ligar pra lá antes de ir porque muitas vezes o bondinho esta aberto porém não tem visibilidade nenhuma lá de cima. Comprando os tickets pela internet você evita as filas que muitas vezes são imensas.
  • Waterfront – Um ótimo lugar para passear e jantar. É uma espécie de porto arrumadinho. É lá que tem a “Cape Town Eye” (aka roda gigante), o Aquário, um mercadinho de produtos típicos e um shopping super bacaninha.
  • Robben Island – infelizmente não tive tempo suficiente para conhecer, mas é a ilha que o Mandela passou alguns anos de sua vida preso. Dizem que é uma visita muito interessante. Quem quiser ir deve comprar os tickets pela internet pois como o número de visitantes é controlado, os tickets são limitados por dia e são super difíceis de conseguir.
  • Mergulho com tubarões brancos e super bungee jump: essas atracões são para os mais radicais. Ambas ficam um pouco afastadas da cidade. Para o mergulho o que não faltam são agências especializadas que oferecem o passeio. No waterfront tem algumas e o seu hotel deve ter alguma outra para sugerir. O preço é bem altinho, mas pra quem quer muito, acho que vale a experiência. Para o bungee jump, você pode ir de carro dirigindo ou com uma agência especializada que o próprio concierge do seu hotel pode indicar.

Onde comer:

A Cidade do Cabo oferece milhares de opções de restaurantes, inclusive alguns que são indicados como melhores do mundo. Pois é, comer bem não é um problema por lá e para quem está preocupado com o tipo de comida, podem se acalmar, a comida de lá é super internacional. Selecionei três restaurantes que me indicaram para vocês. Acho que dá pra começar por ai e se aventurar nas muitas opções que a cidade oferece.

  • Balthazar – Waterfront. Carinho mas delicioso.
  • Two Oceans – Cape Point. Quando eu fui estava fechado para obras infelizmente.
  • Cafe Caprice – Para badalar em Camps Bay. Domingo é o dia que lota.
  • Harbour House – restaurante super lindo especializado em frutos do mar no V&A Waterfront

Como passear por lá

Na Cidade do Cabo você tem várias formas de locomoção. Você pode alugar um carro e dirigir livre, leve e na mão inglesa por lá (Ui!). Pode usar o transporte público que não é dos melhores. Pode tentar negociar com algum taxista para ficar de motorista particular te levando pra cima e pra baixo. Pode usar aqueles red buses (hop on, hop off) que infelizmente não chegam a todos os pontos e são carinhos (R150 por pessoa). Ou pode optar por uma agência que faca o seu transporte e te leve para os passeios.

Essa foi a minha opção. De todas acima foi a que me pareceu mais simples de fazer. Talvez não seja a opção mais barata, mas foi muito cômodo para mim fazer dessa forma. Escolhi a Wow Cape Town Tours depois de muita pesquisa na internet e não me arrependi. Fui super bem atendida pelo Rushdi e achei o preço cobrado por ele bem honesto. Ou seja, está super recomendado. Dica! Na hora que estiver orçando os preços com as agencias de uma “choradinha”, negocia, peça desconto. Em geral dá pra diminuir alguma coisa.

Aqui do Brasil mesmo fiz contato com ele e reservei os passeios que eu queria. Como eu estava com um grupo de 6 pessoas foi tranquilo fazer com que ele “fechasse” uma van só para o nosso grupo e fizesse um tour privado pelo mesmo preço do não-privado. Se você não liga para isso fique atento por que quando o tour não é privado, em geral, o preço é mais baixo.

Onde ficar:

Eu daria duas opções nesse caso: Waterfront e Camps Bay. Acho que além de serem os lugares  mais seguros/turísticos da cidade, são também os bairros mais agitados, que vão reunir desde os melhores restaurantes e lojas até as melhores boates da cidade. Proporcionando entretenimento para os mais jovens e agradando os não tão jovens assim.

No quesito balada e jovens Camps Bay é campeão. O bairro mais chique reúne os melhores hotéis, mansões e restaurantes da cidade. É aquele lugar para ver e ser visto. Já o Waterfront é o mais tradicional e lindo. Com vista para a Table Mountain oferece atracões para todas as idades e uns dos melhores shoppings da cidade.

Fiquei hospedada no Waterfront Village. Uma rede de apartamentos/flats que podem ser alugados por famílias, casais e viajantes solitários. Fica a 5 minutos a pé do Waterfront e é uma região bastante segura, o que é um ponto muito positivo quando se trata de África do Sul. Eu amei o apartamento e recomendo muito pela localização e pela estrutura que eles oferecem.

Um dos mais conhecidos de lá é o Victoria & Albert Hotel. Mas há outras opções tão boas ou até melhores. O Cape Grace,  One and Only e o The Table Bay são algumas uma delas. Outras opções mais acessíveis são: Protea Hotel by MarriotSouth Beach Camps Bay, Camps Bay Resort, Southern Sun Waterfront Southern Sun The Cullinan.

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Compras

Com a moeda menos valorizada que a nossa fazer compras na África do Sul se torna uma maravilha pra qualquer brasileiro. Só fui a esse Shopping do Waterfront e ele bastou para mim. Como não tinha a intenção de fazer compras não posso me aprofundar muito no assunto mas posso dizer que valeu super a pena comprar umas coisinhas na MAC, por exemplo. Um corretivo pro longwear e um batom custou aproximadamente R$95. Quando aqui no Brasil só o batom custa R$70.

Seguro Viagem:

Para entrar na África do Sul você não é obrigado a apresentar nenhuma comprovação de que tem um seguro de viagem, como é feito na Europa. Porém, como sempre falo por aqui independente de onde você vá, na minha opinião, é imprescindível ter um seguro. É o famoso “Vai que…”. Muita gente usa o do cartão de crédito e eu já falei sobre os prós e os contras aqui.

Hoje em dia, recomendo uso esse site aqui, que é um comparador de preços e coberturas. Já alguns anos fecho com eles e gosto muito. Agora, eles são parceiros do blog, então, confio ainda mais.

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Para comprar aquelas lembrancinhas tipicamente africanas também no Waterfront (pertinho do aquário) tem um mercado/feirinha que vende essas coisas. Outra opção é o Green Market, uma feirinha que fica mais no centro da cidade. No passeio para o Cape Point, na parada para visitar a ilha dos leões marinhos tem umas barraquinhas no porto que vendem produtos “tipicos” da região. Nesse lugar é super mais barato comprar as coisas. Pode colocar seu lado pão-duro em prática e pechinchar tudo por que funciona com eles.

Outros:

Malária – África do Sul pra muita gente é sinônimo de malária. Pros neuróticos, como eu, fiquem tranquilos. As farmácias vendem repelentes e sei que existe uma medicação que pode ser tomada para previnir (consulte o seu médico antes). Eu não tomei porque me disseram que a reação ao remédio era meio forte e como eu ia seguir viagem achei meio arriscado tomar. Os sul africanos, dizem que no inverno o risco de malária é bem pequeno, quase zero, então, menos uma preocupação para quem vai nessa época.

Tax Refund – Sim, na África existe o nosso querido Tax Refund. Para conseguir seu dinheirinho de volta você precisa apresentar além da nota fiscal de compra, o produto em si. Então se quer pegar o valor das taxas de volta, chegue cedo no aeroporto e antes de despachar as malas procure o posto de atendimento do Tax Refund. Eu resolvi em cima da hora fazer o meu e não tinha vários dos produtos em mãos porque já tinha despachado as malas, mas passei no posto e peguei um formulário que deve ser preenchido e enviado pelos correios. Ainda não fiz, e honestamente, não sei se vou fazer, mas não custa nada apresentar pra vocês essa outra possibilidade.

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África do Sul, Destinos, Kruger Park

Safari no Kapama!

18 jul 2012

Kruger Park é a opção mais conhecida da África do Sul quando se trata de fazer um safari. O parque é gigantesco e oferece uma diversidade muito grande de animais para os visitantes verem. O maior problema de lá é ter que fazer o safari por conta própria. Foi para evitar isso que escolhemos a reserva Kapama para nos hospedar e fazer os safaris. Além de ser a maior reserva privada da África do Sul ela oferece uma estrutura super bacana para os turistas. São 5 hotéis de preços e estilos diferentes para todos os gostos e budgets, safaris guiados em carros abertos, todas as refeições e uma experiência quase indescritível.

O Hotel

Ficamos no Kapama Southern River, um dos lodges mais típicos da reserva. Os quartos são simples (entendam rústicos e com teto que pareciam quiosques) mas muito simpáticos. A cama era maravilhosa e as “amenidades” do banheiro também.

O café da manhã e o almoço eram servidos em uma área super bem decorada com vista para uma parte da savana que ficava dentro dos limites do hotel. Muito lindo. O jantar é uma sensação a parte. Você come numa área aberta cercada por troncos no meio do mato e em volta de uma fogueira. Demais! Aliás, comida é o que não falta. Você come o tempo inteiro e a comida, apesar de bem americanizada, é uma delicia! Antes do safari tem um lanchinho, na volta um super café da manhã, às 13h tem o almoço, que também é delicioso. Um pouco antes do safari da tarde um chazinho com bolos e biscoitos, e na volta o jantar. Prepare-se para engordar! É inevitável.

Quem quiser uma piscininha com vista pra savana pode levar a roupa de banho. Além da piscina do próprio Southern Camp, é possível utilizar o wellness center do Kapama River Lodge que é o irmão mais chique dos Kapamas. Lá você tem spa com massagens, tratamentos de beleza, ofurô e muito mais.

Como chegar

Você tem três formas de ir ao Kapama: de carro alugado, avião ou transfer do hotel. Eu fui de carro pois estava com um grupo grande. São aproximadamente 5 horas de viagem dirigindo na mão inglesa (!!!). Achei meio tenso apesar das estradas serem maravilhosas. Não recomendaria essa forma.

De avião, se eu não me engano, o aeroporto de destino é o Eastgate. São 45 min de vôo em um avião pequeno e com limitações de bagagem. Você pode pegar esse vôo diretamente do aeroporto de Johanesburgo e o hotel te busca no aeroporto, é só você avisá-los sobre o horário de chegada e o número do seu vôo.

Para ir com o transfer do hotel você pode agendar diretamente com eles ou com alguma agência que faça isso. Eu usei a Siyabona África para reservar o hotel e sei que eles fazem reservas de transfer e também reservam um vôo se você preferir não ter esse trabalho. Eu gostei muito do atendimento. Eles resolveram todas as questões necessárias, fizeram as reservas certinho e esclareceram todas as dúvidas que tivemos ao longo do pré-viagem.

Dica! Se você for de carro fique atento ao caminho que o GPS vai indicar. Normalmente o GPS  indica um caminho muito maior do que o caminho indicado pelo próprio Kapama. Peça um mapa e as direções corretas para chegar. Fizemos o caminho errado na ida e por isso perdemos algumas horas e muita paciência pelo caminho. Na volta um casal de sul africanos que fez o Safari com a gente deu as indicações e explicou por quais cidades passar. Anotem ai: Do Kapama para Johanesburgo – Hoedspruit / Ohrigstad / Lydenburg / Dulstroom / Belfast / Middelburg / Witbank / Pretoria. O mapa mostra mais ou menos o caminho… não sei se as estradas são exatamente essas, mas acho que sim. Só pra vocês terem uma ideia.

O Safari

Fazer um Safari é uma experiência quase inexplicável! Uma sensação muito boa de poder e ao mesmo tempo impotência perante o mundo animal. Filosofei demais né?! Ficar a 3 passos de um leão enquanto ele coloca seus filhotes para dormir ou ver um leopardo caçando é incrível. E exatamente essa sensação que o game drive (como o safari é chamado por eles) te proporciona.

No Kapama o esquema é o seguinte: às 5h30 ou 6h (depende se é inverno ou verão) tem o primeiro game drive do dia. Eles ligam para o quarto, te acordam e você tem meia hora para se arrumar e comer um belisquete que eles oferecem antes da saída. Na volta o café da manha é servido. O segundo Safari acontece às 16h ou 16h30, e antes de sair você também pode tomar um chazinho e comer uns biscoitos. Esse Safari acontece até aproximadamente 19h, ou seja, no escuro, o que aumenta ainda mais a emoção.

Os safaris são feitos em carros abertos em que os bancos possuem niveis diferentes de altura para que todos vejam bem os animais. O driver (motorista e guia) vai te explicando sobre cada um dos bichos que vocês encontram no caminho enquanto o tracker (a isca), senta numa cadeirinha lá na frente do carro e vai iluminando e procurando pelos animais. É ele que olha pegadas no chão, árvores durrubadas, cocô e outros rastros para identificar onde os animais estão. Muito legal.

Como se vestir para o Safari

Me perguntei isso milhares de vezes antes de arrumar a mala. Mas no final das contas percebi que era bem mais fácil do que parecia. Como fui no inverno fui preparada para morrer de frio e foi exatamente isso que eu senti (especialmente durante os safaris que acontecem cedo na manhã e a noite).

Para as mulheres calça jeans ou legging, botas de cano alto/galochas e um ótimo casaco corta vento/frio são fundamentais. Para os homens não é muito diferente. Tênis com meia longa, jeans e um casacão. Levem luva, gorro, protetores de orelha e cachecol. Como o carro do Safari é aberto o frio fica bem intenso e ficar 3 horas sentindo frio não é nada legal!

Não pensem que no verão não faz frio… Levem um casaco mais grossinho (pelo menos para o Safari) e alguma proteção para o pescoço. Biquínis e sungas são bem vindos em todas as estações. A piscina é linda, deliciosa e o complexo Kapama ainda conta com um super spa praqueles que quiserem relaxar. Durante o dia as roupas são simples porque você não sai do complexo pra absolutamente nada.

Um adendo: para o safari optem por roupas de cores neutras como verde musgo, preto, azul marinho, bege… Nada de cores como vermelho ou amarelo. Elas chamam muito a atenção dos bichos e isso nem sempre é bom. Nesse caso em especial é péssimo. Deixem para comprar repelente na África mesmo. Nossos repelentes daqui não espantam os mosquitos de lá… muito menos o da malária, ok?

Acho que com isso vocês já tem uma base boa pra se preparar para o Safari certo?! Então preparem as máquinas, as malas e divirtam-se! Vocês também vão amar!

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