Bora Bora, Destinos, Maldivas

Maldivas ou Bora Bora?

30 maio 2019

Taí uma das perguntas que eu mais recebi durante a viagem. Qual lugar eu gostei mais? Maldivas ou Bora Bora? Qual é mais bonito? Qual tem mais estrutura? E a vida marinha, onde você viu mais coisa? Qual tem mais beleza?

Escrevi esse post dentro do avião, na volta pra casa, junto com o Alexandre. Colocamos aqui as nossas opiniões, o que nós achamos na comparação entre esses dois lugares. Lembrando que estamos comparando as Maldivas apenas com Bora Bora (e não com a Polinésia inteira, ou seja, estamos comparando uma ilha, com um país inteiro) e que só fomos uma vez pra cada um desses destinos.

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Maldivas, Variados

Maldivas: guia super completo

20 maio 2019

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Esse é um guia super completo para você acessar dicas e informações úteis para montar sua viagem dos sonhos para Maldivas. Um post repleto de informações práticas de como chegar, onde ficar, como escolher o melhor hotel para você, melhor época para ir, transporte, um pouco da cultura, dos costumes e da religião.

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Abu Dhabi, Abu Dhabi, Ásia, Destinos, Emirados Árabes, Variados

Abu Dhabi | Emirados Árabes

29 abr 2019

vista mesquita hotel abu dhabiNesse post você vai achar dicas e informações super completas para montar seu roteiro para Abu Dhabi, nos Emirados Árabes. Um super guia com informações do que fazer, as principais atrações, onde se hospedar, transporte (como se locomover, o que vale mais a pena), um pouco da cultura, dos costumes e da religião.

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Bangkok, Destinos, Tailândia

Bangkok | Tailândia

14 maio 2013

Vou falar uma coisa muito honesta pra vocês: Bangkok é a cidade mais horrorosa que eu já vi na vida. Uma cidade grande, suja, fedida… Como vocês podem perceber não amei Bangkok, mas nem por isso não recomendo a visita. Acho que todo local novo visitado e conhecido é sempre uma nova experiência, e novas experiências sempre valem pena.

Fiquei pouco tempo na cidade (e talvez por isso ela não tenha me impressionado) e como era a minha última parada antes de voltar para casa, além de já estar um pouquinho cansada queria viver um pouquinho da coisa “cidade grande” que não tinha vivido durante todo o tempo de viagem.

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  • Onde ficar

Como fiquei pouco tempo a coisa mais importante pra mim era estar em um lugar bem localizado e de fácil acesso. Optei pelo hotel Centre Poit Silom. Além de ficar pertíssimo do metrô, ele fica pertinho da estação de trem expresso e da estação de barquinhos que andam pelo rio também. Super bem localizado mesmo. Sem falar que tinha ótimo custo x benefício!

Além de ter amado a localização, achei o hotel excelente. Pra quem for ficar mais tempo também é uma boa opção. O hotel é meio flat também e o quarto que eu fiquei tinha cozinha, um banheiro super confortável e no topo do prédio uma piscina show.

Mas Bangkok é uma cidade grande e o que não faltam são boas opções de hotéis por lá. O Ibis Riverside é uma opção super bem localizada, na beirinha do Rio e com preço ótimo. Mas se você procura um pouco mais de conforto, dê uma olhada nessas outras opções: Millenium Hilton, Baan, Lebua (o do Sirocco, que fica bem pertinho do que eu me hospedei), Anantara Riverside,  The Peninsula e Shangri-la.

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  • Transporte

Bangkok é um exemplo de cidade grande no quesito transporte. Claro que você não pode chegar lá achando que está na Europa, mas diria que é bem melhor que o Rio nesse quesito, por exemplo. O trânsito de carros é bem confuso, mas sabendo disso eles conseguiram arrumar outras mil opções de meios de transporte pra você não ficar engarrafado de jeito nenhum.

Metrô, trem expresso (BTS Skytrain) e barquinhos são só algumas das opções  de transporte por lá. Vi ônibus (mas não acho que seja uma boa opção, além do trânsito, eles parecem ser muito velhos), taxis e muitos tuk tuks (que são bem safadinhos).

Além do transporte público, que te leva mesmo pra todos os lugares, achei os taxis uma boa opção. São seguros e baratos. Faça questão de pegar um com taxímetro. Assim a chance de cair em algum golpe diminui.

Cuidado com os motoristas de tuk tuk. Em Bangkok eles estão ali pra pegar turista. Além de cobrarem fortunas por trechos ridiculamente curtos, eles também aplicam aquele velho golpe de te levar no ponto turístico e dizer que ele está fechado para então te levar pra passear em lojas e outros locais que pagam eles para isso.

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  • Onde ir

Wat Po: o famoso Buda deitado. O templo é super pequenininho mas vale a pena dar um pulo lá pra ver esse símbolo tão famoso da cidade.
Palácio Real e Buda de Esmeralda: antes de ir, eu não sabia que eles ficavam meio que um dentro do outro, mas ficam e em uma tacada só você vê os dois.
Wat Arun: templo lindo todo cheio de detalhes na beira do rio.
Golden Temple: um templo bonito também no alto do morro que mostra a vista bem bonita da cidade.
Jim Thompson House: a casa (e loja) super bacana de Jim. Ótima opção pra quem quer comprar seda ou produtos em seda.
Sirocco: essa dica é de comer, beber e visitar. Foi nesse roof bar que gravaram “Se beber não case 2”. Além de ser um dos prédios mais altos da cidade e ter a vista mais linda é também um restaurante e bar bem bacana. Não se esqueça de reservar mesa se quiser jantar. Para tomar um drink é só chegar.

Nos arredores de Bangkok também tem várias opções de lugares bacanas pra visitar: o Tiger Temple, a ponte do rio Kwai e o mercado flutuante são alguns deles. Se você sair bem cedinho talvez consiga fazer todos em um mesmo dia. O seu hotel deve oferecer passeios como esse. Se preferir ficar um pouco mais independente pode contratar um motorista de taxi para levar vocês e ficar a disposição o dia todo fazendo esses passeios.

  • Dicas

– Nos templos e palácios eles levam super a sério a questão da vestimenta, Homens não podem ir de bermudas e mulheres não pode ir com joelhos e ombros de fora. Então, vá coberta ou leve lenços para se cobrir, caso contrário, você realmente não vai poder entrar nos lugares.

– Ande sempre com uma garrafinha de água e só compre bebidas lacradas em “locais de confiança”.

– Taxi só com taximetro. Sempre!

– Não acredite se um motorist de tuk tuk disser que uma atração turística está fechada, mesmo que pareça fechada. Informe-se no hotel antes de sair para o ponto turístico se quiser ter certeza sobre o horário de funcionamento das atrações.

Esse foi o último diário de viagem dessa viagem incrível que eu fiz. Espero que vocês tenham gostado e se quiserem ver todos os posts relacionados ao sudeste asiático é só clicar aqui.

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Destinos, Koh Samui, Tailândia

Full Moon Party!

08 maio 2013

Quando decidimos viajar para o sudeste asiático, em especial para a Tailândia algumas coisas passaram pela nossa cabeça foram: praia, relax, paraíso e Full Moon Party. Para conseguir conciliar as datas de toda a nossa programação com a data da festa tivemos que mexer um pouquinho na programação, mas valeu a pena!

Aproveitamos  que tínhamos 4 noites em Samui para colocar em prática nossa ida a festa. Ela acontece uma vez por mês (sempre em noite de lua cheia, obviamente) e atrai milhares (sem exagero) de pessoas para Ko Phangan (a ilha vizinha a Ko Samui). Em especial turistas (europeus) e alguns poucos locais. Vimos o dia que aconteceria a festa nesse site aqui e organizamos a viagem de forma que no dia da lua cheia estivéssemos em Samui e com a noite disponível para participar da festa.

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Já em Samui compramos um “passe” em uma agência de turismo local que oferecia transfer do hotel para o píer + speedboat (ida e volta) para a outra ilha onde acontece a festa e depois transfer de volta para o hotel. Isso nos custou aproximadamente 800 bahts por pessoa (depois de alguma negociação). Pelo conforto e comodidade de não ter que se preocupar com transporte nem pra ir, nem pra voltar, valeu muito a pena. Até porque taxis não são tão baratos assim em Samui, então nem foi tão caro assim.

Uma van nos buscou no hotel na hora marcada e nos levou para o píer de onde saia o barco para Phangan. De lá pegamos a lancha (super rápida) e em 25 minutos e algumas ondas estávamos em terra firme prontos para a festa. Compramos nossa pulseirinha/entrada assim que saímos do barco (em frente ao pier mesmo tem uma bilheteria) e já entramos no clima da festa.

Assim que você entra no espaço da festa, você já começa a entender porque a festa faz tanto sucesso. Pra todos os lados que você olha, as pessoas estão bebendo e se pintando com cores super chamativas (vide foto), uma tradição super bacana da Full Moon. Você pode comprar as tintas em barraquinhas disponíveis por todos os lados. E se chegar lá sem a sua blusa fluorescente (outra tradição da festa), fique tranquilo, o que não faltam são lojas vendendo blusas coloridas para completar seu look Full Moon. Mas se você pensar assim: Pra que vou comprar uma camisa neon que eu nunca mais vou usar na vida? Por que ela não vai te custar mais do que R$10 e você vai amar entrar no clima e se “fantasiar” como todo mundo.

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A bebida também é um item todo especial na festa. A bebida “tradicional” é o drink do baldinho. Você compra nas barraquinhas um baldinho (igual aqueles que crianças usam na praia – como os da foto) que vem com algumas bebidas dentro. A combinações do drink é você que decide. Vodka com Coca-Cola, Whisky com Redbull… Vc escolhe, coloca tudo no baldinho com gelo e bebe com vários canudos. O maior barato. E antes que vocês pensem qualquer coisa errada… A bebida não é adulterada e vem tudo fechadinho e lacrado. Você abre as garrafinhas na hora em que vai beber.

A praia toda é tomada por diversos bares que participam da festa. Em cada bar uma música, uma dança e uma tribo. A festa que um dia foi uma festa de música eletrônica, hoje toca um pouco de tudo. Ouvi até pop e rock em alguns dos bares que passei. A partir das 20h até a manhã do dia seguinte a música rola solta na praia.

Lembrem-se que a festa é na praia, com pés na areia, então não precisa preparar nenhuma grande produção. Coloque um shortinho, sua blusa neon e chinelos. E não esqueça de caprichar na pintura.

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